domingo, 23 de fevereiro de 2020

Nova Zelândia prorroga proibição de chegadas à China, ainda sem restrições para outras nações.

WELLINGTON (REUTERS) - A Nova Zelândia prorrogou por oito dias a proibição de chegadas da China continental, disse a primeira-ministra Jacinda Ardern na segunda-feira (24 de fevereiro), realizando em sua quarta semana um esforço para bloquear a exposição ao coronavírus.
Surgiram temores de que o surto se transformasse em uma pandemia, com consequências perturbadoras e mortais para o resto do mundo, após aumentos acentuados de infecções no Irã, Itália e Coréia do Sul.

Mas a Nova Zelândia ainda não tem planos de ampliar a proibição para outros países, disse Ardern em entrevista coletiva, acrescentando: "Continuamos focados no epicentro do surto".

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, disse que é altamente provável que o vírus acabe por chegar à Nova Zelândia, embora não tenha infecções confirmadas.

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, disse que é altamente provável que o vírus acabe chegando à Nova Zelândia, embora não tenha infecções confirmadas. FOTO: REUTERS
Ardern acrescentou que era altamente provável que o vírus chegasse à Nova Zelândia, embora não tenha infecções confirmadas.
O ministro das Finanças, Grant Robertson, disse que o governo intervirá para ajudar as empresas atingidas pela propagação do vírus, se houver um choque duradouro na economia ou uma recessão econômica global, mas ele não esperava uma no momento.
"Se algum desses cenários ocorrerem, será importante que o governo desempenhe um papel de investimento na economia para apoiar os negócios neozelandeses e kiwi", acrescentou.
As exportações da Nova Zelândia para a maior parceira comercial da China sofreram um grande golpe, com tudo, desde madeira a carne e frutas, enfrentando atrasos e cancelamentos.
Ardern acrescentou que era altamente provável que o vírus chegasse à Nova Zelândia, embora não tenha infecções confirmadas.
O ministro das Finanças, Grant Robertson, disse que o governo intervirá para ajudar as empresas atingidas pela propagação do vírus, se houver um choque duradouro na economia ou uma recessão econômica global, mas ele não esperava uma no momento.
"Se algum desses cenários ocorrer, será importante que o governo desempenhe um papel de investimento na economia para apoiar os negócios neozelandeses e kiwi", acrescentou.
As exportações da Nova Zelândia para a maior parceira comercial da China sofreram um grande golpe, com tudo, desde madeira a carne e frutas, enfrentando atrasos e cancelamentos.
No domingo, a epidemia matou 2.592 pessoas com 77.150 infecções no continente, disseram autoridades chinesas.

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